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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Through Glass



"Cause I'm looking at you through the glass
Don't know how much time has passed
All I know is that it feels like forever
When no one ever tells you that forever
Feels like home, sitting all alone inside your head

And it's the stars
The stars
That shine for you
And it's the stars
The stars
That lie to you..."

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Carta ao meu melhor amigo


"Hoje tomei minha primeira chuva da Primavera. Eu nunca te contei, mas pra mim essa primeira chuva é um momento meio mágico, uma espécie de ritual de passagem, como se o Céu olhasse pra Terra e dissesse "Certo, agora vamos trazer a fertilidade de volta a natureza".
Esse ano essa chuva foi ainda mais especial para mim, porque além de celebrar o renascimento da Terra ela também marcou o primeiro dia em que realmente voltei a sentir vontade de sorrir.
As coisas não estão fáceis, como diria Shakira "Aqui todo está peor/Pero al menos aún respiro", mas sinto que fiz o que era certo, que tomei a melhor decisão e, pelo menos, não perdi um grande amigo.
Apenas não é nada fácil seguir em frente.
Dói, monstruosamente, as vezes parece que não vou conseguir mais respirar, nem dar mais um passo sequer, mas nessas horas lembro que não seria justo, nem comigo nem com você, desistir agora.
Desisti do caminho mais fácil por aquele que trará uma colheita mais fértil e feliz, para mim e para você. Sei que agora você me entende e, estranhamente, saber que não sou a única a sofrer nesse momento, tem ajudado a seguir em frente.
Que a chuva de hoje tenha trazido renascimento e novo ânimo para você também. Sei que seremos felizes, é só acreditar e ter paciência.

Que os Deuses te abençõem e cuidem de ti.
Muitos beijos, com todo meu amor."

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Thank You



Uma vez alguém me disse que a maior viagem a ser feita era aquela para dentro de si mesmo. Eu lembro de rir e pensar que isso era bobagem, pois com tanta terra e com tanta coisa para conhecer mundo afora, porque diabos a maior viagem seria para dentro de mim?
Porque essa é realmente a maior viagem. Pode não ser a melhor, com certeza não é a mais divertida e muito menos a mais cômoda, mas certamente é a maior. Olhar para dentro, se ver sem os véus que colocamos entre nós e o resto do mundo, olhar suas cicatrizes, suas feridas e seus medos.
Olhar de verdade e ver que algumas feridas que achamos que eram meros arranhões gangrenaram e precisam ser extirpadas, levando um pouco da gente junto.
Finalmente admitir que uma mera frase, que disseram quando éramos crianças e que fingimos que não nos importou na verdade ecoa até hoje, foi pintada, rabiscada, rasurada e marcada a fogo dentro da gente e está ali até agora, nos guiando e assombrando.
É duro, é doloroso, algumas pessoas podem achar besteira mexermos nisso agora, porque afinal, para que mexer nisso se não vai apagar os velhos traumas? Ouvi isso e fiquei me perguntando esses dias, até que entendi a razão.
Não meu amor, não vai apagar trauma algum, mas vai me fazer olhar de frente o meu medo, e ver que hoje eu posso perdoar quem me machucou e seguir em frente. Não me apegando mais ao mal que me foi causado, mas sim ao amor dado.
Porque eles são humanos, tão humanos que erraram ao tentar me tornar uma pessoa melhor. Eles me machucaram sem querer, não era de jeito algum a intenção deles me fazer crer que eu não sirvo para nada, apenas eu sou mais frágil que algumas pessoas e, o que serviria de adubo para alguns, foi meu veneno.
Eu não morri, eu enfraqueci. Por muito tempo, eu concordo, mas a duração dessa febre foi apenas porque eu não consegui olhar para dentro e ver as minhas qualidades.
Não vou dizer que sou perfeita. Estou longe disso graças aos Deuses! Mas hoje eu sei que não sou nada desprezível, que não sou inútil e que, mesmo que para poucas pessoas, eu faria uma grande falta.
Eu tenho dois amigos-irmãos maravilhosos, que me apóiam e me amam, mesmo eu sendo o ser imperfeito que eu sou e, se tem algo que tem ajudado muito nesses momentos são essas palavras:

“Só vou falar o quanto eu te amo, o quanto você sempre foi uma irmã perfeita para mim mesmo tendo defeitos, você me disse o que eu não queria ouvir muitas vezes nós até nos estranhamos, mas eu realmente não sei o que seria do nosso grupo sem você e quer saber na minha opinião você é uma mulher linda, uma bruxa poderosa, uma amiga fiel, uma pessoa honrada e que qualquer um com um pouco de sobriedade admiraria, mas a verdade é que tem muita gente triste e frustrada por ai, muita gente incapaz de aceitar a grandeza dos outros e muita gente que apenas não gosta da gente, não vamos conseguir nunca agradar a todos e é bem mais fácil falar do que aceitar isso, eu que o diga.”

Agradeço do fundo do meu coração a Fran por ter escrito isso no momento em que eu mais precisava saber que era amada, querida e necessária.
Agradeço muito também ao Zé, por ter me acolhido tão depressa na sua vida, por nunca perder a paciência quando eu dou minhas espetadas escorpianas e por me fazer rir como a criança que eu não me permitia ser há muito tempo.
Amo vocês, me sinto abençoada e honrada por ter duas pessoas tão maravilhosas como meus irmãos. A Tamires de um mês atrás diria que não era digna de irmãos tão bons, mas a Tamires de hoje, que vocês ajudaram a amadurecer e crescer, diz apenas que é muito feliz por ser irmã de vocês.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Adeus

Ele veio e sei foi rapidamente, um tempo tão breve que poderia ser descrito como uma brisa.
Ainda não entendo por que, não sei por que tirar a vida de um ser tão pequeno e inocente.
Acredito que tudo tem uma razão e que leis que estão muito além da minha limitada compreensão podem explicar tudo isso, mas essa certeza não me dá a paz que eu gostaria.
Foram menos de 48 horas, mas foram horas marcantes e plenas de alegria e esperança.
Eu sabia que as chances eram quase nulas, eu sabia que estava lutando contra as leis da natureza, mas eu sabia que, se não tentasse estaria lutando contra meus instintos.
Ele era pequenino, tanto que nem preenchia a palma da minha mão, seu coração batia tão rápido que parecia que a qualquer momento iria infartar.
Ele me deu a graça de seu primeiro abrir de olhos e de seus primeiros piados.
Principalmente, me deu o presente incomparável de sua confiança, de se sentir confortável em minhas mãos. Mãos tão humanas e tão diferentes de tudo o que ele conhecera até então.
Não tenho raiva de seus pais por terem colocado ele para fora do ninho, ele era mais fraco e, por essas leis que não entendo, o esforço para cuidar dos filhotes deve ser investido apenas nos mais fortes.
Não me sinto frustrada, porque fiz aquilo que estava ao meu alcance para deixa-lo confortável.
Só sinto uma tristeza profunda ao pensar na saudade que sinto dele, ao lembrar do quão duro foi colocar seu pequenino corpo na terra e dizer "adeus".
Eu realmente queria que ele sobrevivesse, não para poder me orgulhar de ter feito isso, mas para um dia poder vê-lo voar livremente, mas as probabilidades estavam todas contra nós e elas ganharam, infelizmente.
A única coisa boa nisso tudo é que eu sinto que em algum lugar, que com certeza é bem melhor do que aqui, tem uma pequena alma feliz que talvez se lembre de mim e de meu amor.

Adeus pequeno passarinho, eu te amei muito apesar do nosso pouco tempo juntos.

O tempo todo essa sequencia de "Calvin e Haroldo" não saiu da minha cabeça, acho que é a melhor explicação pra tudo o que eu senti e ainda estou sentindo...
(clica que fica maior e melhor para ler)



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Amor



Eu sou monogâmica.
Talvez essa afirmação possa parecer estúpida de tão óbvia, mas o caso é que as pessoas as vezes se surpreendem quando levam em conta que quem diz isso é uma universitária de 23 anos que faz História na USP, afinal, eu devia ser é uma maconheira que quer mais é transar com meio mundo.
Acontece que eu não sou nada disso. Quase não bebo, nunca usei drogas e nem tenho nenhuma vontade de usar um dia e, ainda por cima, sou monogâmica.
Sou monogâmica porque só consigo me envolver com alguém estando apaixonada e só consigo me apaixonar profunda e intensamente e não há espaço, em mim, para estar intensamente apaixonada por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, logo sou naturalmente monogâmica.
O que não significa que eu seja contra a poligamia. Eu sou é a favor do direito de escolha de cada um. Acho que se um casal vive bem em um relacionamento aberto, ótimo pra eles, ninguém tem o direito de apontar o dedo e dizer que eles estão errados, assim como ninguém tem o direito de me dizer que eu tenho a obrigação de topar um relacionamento aberto.
Acontece que eu sou possessiva. Sou mesmo e assumo isso, até porque depois de assumir a possessividade fica bem mais fácil não se deixar levar pelos monstros no nosso armário mental que tentam nos convencer que fulano pode te trair a qualquer momento. Além disso, eu não gosto apenas da sensação de possuir alguém (porque, vamos combinar, possessividade é basicamente isso!), mas também gosto muito da sensação de pertencimento a outro.
Gosto muito, muito mesmo, quando Othon me abraça e diz “Minha!”. Dá um calorzinho gostoso aqui dentro, de saber que quem eu amo me ama da mesma maneira.
E nesse sentido de pertencimento é que eu gosto tanto das nossas alianças. Porque eu as olho não como um símbolo pro resto do mundo (mesmo sabendo que elas também tem essa função), mas como um símbolo nosso, só meu e dele, de que a gente se ama, de que a gente se pertence e que, mesmo fisicamente longe grande parte do tempo, estamos sempre juntos, mesmo que só em pensamento.
Pra mim elas também são um símbolo de que nós dois topamos enfrentar a loucura que é construir essa relação, porque a gente se ama muito, mas também é muito diferente em certos aspectos e, as vezes, quando eu tenho vontade de simplesmente desistir, porque parece que a gente nunca vai dar certo (aqueles cinco minutos em que você sente vontade de abrir a cabeça da pessoa com um machado pra ver se faz aquela idéia entrar ali, sabe?) eu olho pra minha mão, vejo essa aliança e lembro do quanto eu o amo, do quanto a gente já viveu juntos e percebo que, se ele aceitasse todas as minhas idéias malucas ele não seria ele mesmo e eu não o amaria tanto.
Por isso que, pra mim, essa coisa simples, esse círculo feito em prata é tão importante, porque me lembra que eu o amo pelo simples fato de ele ser ele.


Imagem daqui (achei via google): http://liviabvb.blogspot.com/2010/06/alianca.html

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Diálogo Interno

(Sim, eu converso mais ou menos desse jeito comigo mesma. Esquizofrênica é a bisavó da Cinderela ok?)

Ainda estou na dúvida do que quero de dia dos namorados. As opções em que pensei foram:
1- Um saco bem grande de paciência;
2- Umas horas a mais pra dar conta de todo o trabalho da faculdade;
3- Um mouse novo antes que eu jogue essa joça que eu uso pela janela ¬¬*

Brincadeirinha essa lista. Meu presente eu já ganhei, um casaquinho novo, lindo lindo, preto com zíper meio diagonal e bem quentinho, porque ultimamente o frio ta complicado lá na USP (se bem que ele é TÃO lindo que eu tenho até dó de ficar usando todo santo dia na faculdade rsrs).

Ainda estou na dúvida sobre o que vou dar pro Othon. Até porque estou mais falida que a Grécia...pra melhorar minha situação esse mês ele também faz aniversário, mas também quem mandou inventar de namorar um rapaz que faz aniversário no dia dos namorados?
Sorte que ele entende minha situação e já vai ficar bem feliz se ganhar um presentinho.
(pena que minha conta bancária não vai ficar nada feliz...aiai...)

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Estou “aproveitando” que é feriado na quinta e ficando aqui na casa dos meus pais.
Aproveitando em termos, porque só numa concepção do século XVII ficar em casa lavando roupa e cuidando do sobrinho é aproveitar alguma coisa.
Não é que eu deteste cuidar do meu sobrinho, mas eu bem que podia estar aproveitando a vida fazendo algo divertido, do tipo ver “Two and a Half Man”, “The Closer” ou “Grey’s Anatomy”. Podia ler o último livro da série da Sookie (ótima indicação da Elise do Salada Mista), ou da House of Night. Podia aproveitar para dormir muito, que é algo que eu mal lembro como se faz. Eu podia até mesmo terminar os trabalhos da faculdade antes de ficar doida e arrancar as unhas.
Se bem que quando aquele pequenininho chega, me abraça e diz “Fiquei com saudade” eu me derreto toda e nem quero saber de mais nada ^^

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Meio resfriada...espero que não faça nenhum mal tomar um antigripal depois de um choconhaque. Porque nesse frio, só o alcool e chocolate pra esquentar! rsrs

quarta-feira, 26 de maio de 2010

recomeço (ou: escrevendo pra parar de enlouquecer)



Ando muito ocupada, parece que é sempre assim, num dado momento tudo se junta e pede minha atenção ao mesmo tempo. Faculdade, amigos, família, a Deusa, namorado, livros, filmes, músicas, games e séries. Tudo se torna interessante, ou prioritário.
Todas as luzes vermelhas se acendem e clamam atenção imediata.
Felizmente eu aprendi a respirar fundo e agüentar.
Infelizmente eu ainda não aprendi quando soltar a respiração, então quase sufoco e, para voltar a respirar, acabo dando uma de louca pra cima do Othon que, geralmente, nem tem culpa de nada. Sorte a minha que ele me conhece o suficiente pra saber que se me deixar gritar e chorar por uns minutos, me fizer um carinho e mostrar que está ali, eu volto ao normal.
Porque eu preciso ser honesta, ele é meu porto seguro. Um porto ainda não mapeado, com um cais no qual eu ainda tenho um pouco de receio de atracar, mas é meu porto.
Acho que nessa loucura dos últimos tempos (porque eu realmente não lembro quando tudo enlouqueceu, pode ter sido há duas semanas ou dois meses) eu acabei me esquecendo de dizer pra ele o quanto eu sou grata por te-lo na minha vida, por ele ter escolhido me acompanhar nessa coisa meio maluca, meio neurótica que é a minha vida, mas eu não esqueço de agradecer aos céus por ter ele ali, pra segurar a minha mão (e a minha sanidade mental) e me garantir que tudo vai ficar bem no final.
A retomada desse blog é para ele, porque se eu não começar a escrever logo é ele quem vai acabar enlouquecendo rsrs e por nós dois, porque eu não sei viver sem ele.
Obrigada por tudo amor.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Amor...


Essa é a Tati, a nova habitante, tanto da casa, quanto do meu coração.
Tudo começou há um certo tempo, quando uma vizinha mau-caráter jogou sua cadelinha no cio pra rua, a cadela cruzou com sei lá eu quanto cachorros, engravidou, pariu e os filhotes foram distribuídos por aí. Depois disso sempre víamos essa cadelinha na rua, seu nome, Babi.
Um dia, minha irmã, cansada de ver a Babi jogada na rua, com fome e frio colocou-a pra dentro de seu portão (ela mora aqui pertinho de casa) e começou a cuidar da Babi, até vacina anti-cio deu pra cadelinha, que a essa altura já tinha por hábito ir pra rua e voltar pouco depois.
Acontece que, por obra de alguém (eu desconfio dos dedinhos de São Francisco de Assis nisso tudo) a Babi acabou engravidando. Notamos que ela estava mais roliça, mas achamos que era devido a sua melhor alimentação, até que na manhã do dia 3 de Novembro desse ano vimos que ela estava com cinco filhotes.
Cinco coisinhas pretinhas, fofinhas e gostosas. Advinha quem então foi lá tira-los da árvore onde estavam e coloca-los numa caixinha junto com a mãe pq ia chover? Sim, eu mesma. Nesse mesmo dia comecei a campanha aqui em casa para poder adotar um dos filhotes, até que, com a ajuda inestimável de meu papai, consegui a permissão pra poder adotar um filhote, desde que fosse fêmea (são 3 fêmeas e 2 machos).
Então lá fui eu e escolhi uma, mas quis o destino (na verdade o já citado São Francisco) que eu acabasse apaixonada por outra, a menor de todas, muito espoleta e fofinha, com carinha de rotweiller e que também apaixonou-se por mim, ou seja, é um caso de amor incurável.
Dia 17 eu a trouxe pra casa, levei pra vacinar, comprei ração e casinha e, desde então, ela tem sido a criaturinha que mais me toma tempo, seja porque faz sujeira no lugar errado, seja porque causa ciúmes nas minhas outras meninas. De qualquer forma eu esqueço de tudo (até das mordidas doloridas que ela me dá nas brincadeiras)quando ela me olha assim, com essa cara de vira-latas abandonada, ou quando sinto esse cheirinho de filhotinho, que já impregnou nas minhas roupas e nas minhas mãos.
O melhor é saber que o amor que temos uma pela outra é desinteressado, que eu a amaria de qualquer forma, mesmo se ela tivesse um pedigree atestado, ou se fosse um filhote de pitbull.
É por isso que eu concordo com o lema da (marca de ração) Pedigree:
"Adotar é tudo de bom"

terça-feira, 17 de junho de 2008

Descarrego pra não explodir rsrs

Tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo...situações que eu não posso controlar, fico me repetindo isso todos os dias, que certas situações eu não posso controlar e que preciso entender isso de uma vez por todas pra não tentar ficar doida.
Afinal, se eu pudesse controlar mais as coisas, teria mais tempo com Othon e, ao mesmo tempo, mais tempo para estudar direito, reduziria meu tempo no trânsito e aumentaria meu tempo de sono decente.

Cansada das coisas dando errado, mas, pensando em tudo que minha mãe sempre me disse, até em certas coisas que ela disse há menos de um ano, será que está certo insistir em certos pontos? Tem coisas que simplesmente não são pra ser e então, pq não ficar quietinha onde estou tão bem? Ok ok, tem conflitos, neuroses e algumas desorganizações que me incomodam, mas será que não é o melhor pra mim? Pelo menos tenho uma certa privacidade e um canto quente pra estudar de madrugada, além disso não vai ter ninguém reparando se comprei ou não uma caixa de chocolates, só pra desestressar (mesmo isso me fazendo ter malabarismos com o restinho do dinheiro hehe), ninguém vai reparar se eu ficar meia hora a mais que o normal no banho e, principalmente, ninguém vai dar festas que vão até as 5 da manhã, me impedindo de dormir direito e tendo que aguentar gente totalmente embrigada pelos corredores na manhã seguinte.
É, talvez o melhor seja colocar o que ganhei no bolso e ficar onde estou, mesmo que seja tremendamente desgastante depender economicamente de outras pessoas, por mais que eu as ame.

Agora é melhor eu voltar pra economia cubana do século XVIII, senão ferro com mais um semestre naquela faculdade!


Ah! Meu presente de dia dos namorados, perfeito, como eu já disse, sorte minha ter um namorado que sabe que eu gosto de sentimentalidades ^^